November 03, 2011

E não são essas minhas mortes o retrato máximo da efemeridade? Não há nada que me apavore mais nesse mundo do que o efêmero: estávamos no auge e de repente era só melancolia.
Eu conheço o teu rosto e sorrio o teu nome; você conhece cada pedacinho ridículo de mim (na escuridão, no ardor da manhã, no cansaço da tarde), mas a essência que flui lá de dentro você parece não querer compreender.
As incontáveis vezes em que eu morri sobre você, um pouco daqui, um pouco dali, quero parar, não, quero dormir - mas que merda! Vê se me deixa te matar um pouquinho também... mas não agora.
Agora é só tristeza.

[24/03/2012: oh my, how it changes...]

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